Portugal: Consumer confidence improves in June, along with economic sentimento
Consumers turned slightly more optimistic in June, with the consumer confidence index rising to minus 8.4 points from minus 9.0 points in May. A markedly less pessimistic outlook on the general economic situation in the next 12 months drove the improved reading. Households were also marginally more upbeat about their personal finances in the past year. On the downside, respondents were slightly more downbeat regarding their personal financial situation in the next 12 months and also showed less willingness to make major purchases over the coming year.
Meanwhile, the overall economic climate indicator edged up to 2.4 points in June from 2.3 points in May. Business sentiment rose in the manufacturing sector on more upbeat outlooks on demand and production, in the construction and public works sector on improved employment prospects, and in the services sector on more favorable business conditions in the past three months. Meanwhile, confidence stabilized in the trade sector.
Some panelists expect private consumption to grow 2.1% in 2019, which is down 0.1 percentage points from last month’s forecast, and 1.5% in 2020.
Panelists expect fixed investment to increase 5.3% in 2019, which is up 1.6 percentage points from last month’s forecast, and 3.7% in 2020.
terça-feira, 30 de julho de 2019
Portugal Economic Growth
The economy is seen losing pace this year owing to a less supportive external environment and softer growth in household spending amid a downturn in economic sentiment.
That said, the rollout of several delayed investment projects should cushion the slowdown in domestic demand.
I expect growth of 1.7% in 2019, which is unchanged from last month’s forecast, and 1.6% in 2020.
The economy is seen losing pace this year owing to a less supportive external environment and softer growth in household spending amid a downturn in economic sentiment.
That said, the rollout of several delayed investment projects should cushion the slowdown in domestic demand.
I expect growth of 1.7% in 2019, which is unchanged from last month’s forecast, and 1.6% in 2020.
Portugal Economic Outlook
The economy seems to have sustained momentum in the second quarter.
A faster upturn in retail sales, on average, in April–May signals a pick-up in private consumption growth amid less downbeat confidence among households in the quarter. In the same two months, construction activity gained traction, while the contraction of the industrial sector eased, mainly on a rebound in mining.
Meanwhile, export growth was up in April–May, chiefly on sales of transportation equipment, parts and accessories.
On the downside, tourism activity slowed in May and is set to weaken further if fuel-tanker drivers go on strike during the peak holiday season in August as has been threatened, while fuel shortages will disrupt wider economic activity.
In addition, there are signs that the labor market has maxed out, with the unemployment rate creeping up and employment growth slipping, which could thus curb consumption spending.
The economy seems to have sustained momentum in the second quarter.
A faster upturn in retail sales, on average, in April–May signals a pick-up in private consumption growth amid less downbeat confidence among households in the quarter. In the same two months, construction activity gained traction, while the contraction of the industrial sector eased, mainly on a rebound in mining.
Meanwhile, export growth was up in April–May, chiefly on sales of transportation equipment, parts and accessories.
On the downside, tourism activity slowed in May and is set to weaken further if fuel-tanker drivers go on strike during the peak holiday season in August as has been threatened, while fuel shortages will disrupt wider economic activity.
In addition, there are signs that the labor market has maxed out, with the unemployment rate creeping up and employment growth slipping, which could thus curb consumption spending.
| VARIAÇÕES HOMÓLOGAS | ||||||
| HOMOLOGOUS CHANGE | ||||||
| Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Empresas Não Financeiras | ||||||
| Loans of Other Monetary Financial Institutions to Non-Financial Corporations | ||||||
| Milhões de Euros | ||||||
| Millions of Euros | ||||||
| Crédito Concedido | Cobrança Duvidosa | |||||
| Installment Credit | Uncertain Collection | |||||
| MAI.18 | 72.637 | 8.626 | ||||
| MAI.19 | 69.481 | -4,34% | 5.192 | -39,81% | ||
| Fonte: Boletim Estatístico do Banco de Portugal | ||||||
| Source: Portugal Central Bank | ||||||
| VARIAÇÕES HOMÓLOGAS | ||||||
| HOMOLOGOUS CHANGE | ||||||
| Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Particulares | ||||||
| Loans of Other Monetary Financial Institutions to Private Individuals | ||||||
| Milhões de Euros | ||||||
| Millions of Euros | ||||||
| Crédito | Concedido | Cobrança Duvidosa | ||||
| Banking Credit | Installment Credit | Uncertain Collection | ||||
| Habitação | MAI.18 | 92.830 | 1.999 | |||
| Mortgage | MAI.19 | 92.869 | 0,04% | 1.264 | -36,77% | |
| Consumo | MAI.18 | 14.385 | 673 | |||
| Consumption | MAI.19 | 15.586 | 8,35% | 605 | -10,10% | |
| Outros Fins | MAI.18 | 7.679 | 1.630 | |||
| Another Finality | MAI.19 | 6.761 | -11,95% | 1.159 | -28,90% | |
| Total | MAI.18 | 114.893 | 4.301 | |||
| Total | MAI.19 | 115.216 | 0,28% | 3.028 | -29,60% | |
| Fonte: Boletim Estatístico do Banco de Portugal | ||||||
| Source: Portugal Central Bank | ||||||
terça-feira, 11 de junho de 2019
A minha "Opinião" - JORNAL ECONÓMICO


Banca: mais uma ideia peregrina
Mas se as comissões para quem as paga, (a propósito de tudo e do nada) são uma verdadeira praga, a banca não contente com os chorudos resultados daí advindos, tenta levar a efeito mais “um assalto” ao bolso dos seus clientes – recuperou há pouco, uma ideia peregrina que já há muito que tem andado a ser “cozinhada” que são as comissões por levantamento no multibanco.
Já aqui escrevi e denunciei nestas páginas, o que considero ser uma verdadeira praga de comissões bancárias.
Com a margem financeira a níveis muito estreitos, o que tem valido à banca tem sido a receita arrecadada com uma multiplicidade de comissões, tendo estas um efeito muito positivo desde logo no produto bancário e depois nos resultados brutos de exploração e por fim nos resultados líquidos.
Mas se as comissões para quem as paga, (a propósito de tudo e do nada) são uma verdadeira praga, a banca não contente com os chorudos resultados daí advindos, tenta levar a efeito mais “um assalto” ao bolso dos seus clientes – recuperou há pouco, uma ideia peregrina que já há muito que tem andado a ser “cozinhada” que são as comissões por levantamento no multibanco.
E aqui entra num contra-senso inexplicável!
O que presidiu a criação da SIBS e a disseminação maciça de cartões de débito por todos os clientes, foi exactamente a diminuição de tráfego nos balcões. Assim poder-se-iam poupar recursos (leia-se colaboradores) que poderiam ser desviados para outras áreas do banco, ou mesmo reforçar uma estrutura comercial, tentando por esta forma, fortalecer a sua quota de mercado nos vários produtos e serviços oferecidos aos seus clientes.
Inicialmente gratuitos, depressa passaram a cobrar uma anuidade. Mas até aqui, penso que não vem nenhum mal ao mundo, existindo até muitos casos de isenção, por força da qualidade de cliente.
Com esta disseminação, os balcões passaram a ter menos colaboradores (menos custos), porque sendo estes movimentos todos de caixa, a tarefa administrativa de processamento dos cheques nos levantamentos, era substantiva.
Assistiu-se há alguns dias a uma “ofensiva” da banca e de forma concertada, em que todo o sector se preparava para taxar com comissões os levantamentos. No entanto, quer o Banco de Portugal quer o Governo, em boa hora vieram em uníssono dizer, que não iriam permitir mais um sufoco sobre os clientes.
Acaso a banca quer voltar atrás? Acredito que muitos clientes, passariam a fazer um os dois levantamentos por mês (um cheque custa em média 2 Euros) e com isto, a sobrecarregar os balcões, que teriam que incrementar os seus efectivos.
Não é este o caminho. E aquela outra ideia peregrina que se fez ouvir – “se é um serviço que o banco disponibiliza aos seus clientes, tem que ser pago”, francamente! Qualquer dia só o facto de pisarmos o interior de um balcão bancário e falarmos com um funcionário, seremos taxados ao minuto, tal como acontece com os advogados e os seus clientes.
Os gestores bancários não têm capacidade estratégica para pensar o negócio bancário, tal como ele agora se apresenta e retirar daí rentabilidade sem as comissões? E a desintermediação? Porque não inovam nesta área e aumentam os seus proveitos por esta via?
“Inventar “ comissões não custa. Outro sim, que não está ao alcance de todos e que é difícil, é saber gerir fazendo sempre mais com menos recursos.
Apostilla: A taxa de abstenção a rondar os 69% nas eleições europeias, não é só a demonstração do pouco interesse que os cidadãos têm nos temas europeus, mas é antes de mais e acima de tudo, uma atitude de censura á falta de qualidade dos políticos que temos. Os políticos não são propriamente exemplos de seguidismo. As atitudes que muitos têm tomado de nepotismo, de dolo (estão presos alguns), de falta de interesse na defesa dos interesses dos cidadãos, levou estes a voltarem costas e a dizerem que para esse peditório não irão dar mais. Serão os políticos capazes de se reciclarem? Eu não acredito!
Com a margem financeira a níveis muito estreitos, o que tem valido à banca tem sido a receita arrecadada com uma multiplicidade de comissões, tendo estas um efeito muito positivo desde logo no produto bancário e depois nos resultados brutos de exploração e por fim nos resultados líquidos.
Mas se as comissões para quem as paga, (a propósito de tudo e do nada) são uma verdadeira praga, a banca não contente com os chorudos resultados daí advindos, tenta levar a efeito mais “um assalto” ao bolso dos seus clientes – recuperou há pouco, uma ideia peregrina que já há muito que tem andado a ser “cozinhada” que são as comissões por levantamento no multibanco.
E aqui entra num contra-senso inexplicável!
O que presidiu a criação da SIBS e a disseminação maciça de cartões de débito por todos os clientes, foi exactamente a diminuição de tráfego nos balcões. Assim poder-se-iam poupar recursos (leia-se colaboradores) que poderiam ser desviados para outras áreas do banco, ou mesmo reforçar uma estrutura comercial, tentando por esta forma, fortalecer a sua quota de mercado nos vários produtos e serviços oferecidos aos seus clientes.
Inicialmente gratuitos, depressa passaram a cobrar uma anuidade. Mas até aqui, penso que não vem nenhum mal ao mundo, existindo até muitos casos de isenção, por força da qualidade de cliente.
Com esta disseminação, os balcões passaram a ter menos colaboradores (menos custos), porque sendo estes movimentos todos de caixa, a tarefa administrativa de processamento dos cheques nos levantamentos, era substantiva.
Assistiu-se há alguns dias a uma “ofensiva” da banca e de forma concertada, em que todo o sector se preparava para taxar com comissões os levantamentos. No entanto, quer o Banco de Portugal quer o Governo, em boa hora vieram em uníssono dizer, que não iriam permitir mais um sufoco sobre os clientes.
Acaso a banca quer voltar atrás? Acredito que muitos clientes, passariam a fazer um os dois levantamentos por mês (um cheque custa em média 2 Euros) e com isto, a sobrecarregar os balcões, que teriam que incrementar os seus efectivos.
Não é este o caminho. E aquela outra ideia peregrina que se fez ouvir – “se é um serviço que o banco disponibiliza aos seus clientes, tem que ser pago”, francamente! Qualquer dia só o facto de pisarmos o interior de um balcão bancário e falarmos com um funcionário, seremos taxados ao minuto, tal como acontece com os advogados e os seus clientes.
Os gestores bancários não têm capacidade estratégica para pensar o negócio bancário, tal como ele agora se apresenta e retirar daí rentabilidade sem as comissões? E a desintermediação? Porque não inovam nesta área e aumentam os seus proveitos por esta via?
“Inventar “ comissões não custa. Outro sim, que não está ao alcance de todos e que é difícil, é saber gerir fazendo sempre mais com menos recursos.
Apostilla: A taxa de abstenção a rondar os 69% nas eleições europeias, não é só a demonstração do pouco interesse que os cidadãos têm nos temas europeus, mas é antes de mais e acima de tudo, uma atitude de censura á falta de qualidade dos políticos que temos. Os políticos não são propriamente exemplos de seguidismo. As atitudes que muitos têm tomado de nepotismo, de dolo (estão presos alguns), de falta de interesse na defesa dos interesses dos cidadãos, levou estes a voltarem costas e a dizerem que para esse peditório não irão dar mais. Serão os políticos capazes de se reciclarem? Eu não acredito!
sexta-feira, 10 de maio de 2019

A vergonha da Segurança Social
Há uma forma simples de resolver os atrasos nos pagamentos das pensões: colocar objectivos de resolução de processos, fortes mais atingíveis, e indexar a remuneração a uma coisa muito simples que se chama produtividade.
O que se passa com a atribuição das pensões e reformas da Segurança Social, ultrapassa os limites da adjectivação decorosa. Em nenhum país da OCDE se assiste à incompetência e falta de sentido social com a atribuição da primeira pensão ou reforma, como os portugueses sentem. Por mais justificações patéticas e despudoradas que o ministro da Segurança Social (SS) queira apresentar para justificar a falta de competência, nenhuma colhe. Como é possível haver cidadãos portugueses à espera da sua primeira pensão um ano e mais?! Não há justificação.
Apesar dos milhares de queixas que existem na própria SS e junto da Provedora de Justiça, o ministro nada diz. Foi a própria Provedora que, de forma pública, referenciou a total ausência de resposta por parte do ministro às suas interpelações.
Sei de um cidadão que está à espera da sua primeira pensão há dez meses (!), e que se deslocou recentemente a um centro da Segurança Social em Lisboa para solicitar informações sobre a sua situação. Além de não terem resposta para a delonga, nem saberem dizer para quando estaria previsto o primeiro pagamento, tão-pouco sabiam indicar a fórmula de cálculo da mesma pensão! Nem o enquadramento legal que podia ser consultado para o cidadão fazer os seus próprios cálculos. Pasme-se.
Outro caso é o de um cidadão que trabalhou nove anos na Suíça. Reformou-se lá e no mês seguinte tinha a pensão suíça paga em Portugal. A pensão portuguesa, correspondente aos anos que cá trabalhou, já vai num ano e meio (!) à espera da mesma.
A desculpa mais esfarrapada que o ministro parece ter encontrado é a de que a culpa não é dele (!) mas sim do governo anterior, que retirou uns milhares de pessoas dos quadros da SS. Francamente. Um chefe, um director, um administrador, um ministro, nunca se pode desculpar com quem o antecedeu no cargo. Se esse fez mal, está lá ele para fazer as coisas bem. Não é desculpa. Só demonstra incompetência exponencial e postura de sargento para lugar de oficial. O ministro acaso não sabe que a maior parte dos portugueses não têm pé-de-meia e se vêem obrigados a recorrer a familiares e amigos para sobreviver enquanto não chega a pensão? Não lhe pesa na consciência o sofrimento que está a causar a tantos portugueses?
Há uma forma simples de resolver este atraso: com os servidores do Estado afectos à Segurança Social, o ministro tem que fazer uma gestão como se faz nas empresas. Isto é, colocar objectivos de resolução de processos, fortes mais atingíveis, e indexar a remuneração destes trabalhadores a uma coisa muito simples que se chama produtividade. Estou certo que se o sector público administrativo fosse gerido numa óptica empresarial não haveria atrasos, porque se não cumprissem objectivos veriam parte do salário (a parte indexada ao cumprimento de objectivos) reduzida. E aí era ver as reformas serem pagas de um mês para o outro.
Exige-se mais respeito para com aqueles que trabalharam uma vida e que, no seu ocaso, são tratados de forma tão desprezível, exactamente quando não deveriam ter estas preocupações. É tempo deste ministro ir gozar a sua reforma, certamente dourada, quando comparada com os 600, 700 ou 800 euros que alguns pensionistas e reformados recebem. E já nem falo nas pensões mais baixas!
As eleições estão à porta, mas o PS faria um grande favor (caso venha a ganhar as eleições) se levasse para a reforma este e outros ministros que nada mais têm para dar ao país. Recordando Kennedy: “Não perguntes o que o teu país pode fazer por ti, mas sim o que tu podes fazer por ele”.
Apesar dos milhares de queixas que existem na própria SS e junto da Provedora de Justiça, o ministro nada diz. Foi a própria Provedora que, de forma pública, referenciou a total ausência de resposta por parte do ministro às suas interpelações.
Sei de um cidadão que está à espera da sua primeira pensão há dez meses (!), e que se deslocou recentemente a um centro da Segurança Social em Lisboa para solicitar informações sobre a sua situação. Além de não terem resposta para a delonga, nem saberem dizer para quando estaria previsto o primeiro pagamento, tão-pouco sabiam indicar a fórmula de cálculo da mesma pensão! Nem o enquadramento legal que podia ser consultado para o cidadão fazer os seus próprios cálculos. Pasme-se.
Outro caso é o de um cidadão que trabalhou nove anos na Suíça. Reformou-se lá e no mês seguinte tinha a pensão suíça paga em Portugal. A pensão portuguesa, correspondente aos anos que cá trabalhou, já vai num ano e meio (!) à espera da mesma.
A desculpa mais esfarrapada que o ministro parece ter encontrado é a de que a culpa não é dele (!) mas sim do governo anterior, que retirou uns milhares de pessoas dos quadros da SS. Francamente. Um chefe, um director, um administrador, um ministro, nunca se pode desculpar com quem o antecedeu no cargo. Se esse fez mal, está lá ele para fazer as coisas bem. Não é desculpa. Só demonstra incompetência exponencial e postura de sargento para lugar de oficial. O ministro acaso não sabe que a maior parte dos portugueses não têm pé-de-meia e se vêem obrigados a recorrer a familiares e amigos para sobreviver enquanto não chega a pensão? Não lhe pesa na consciência o sofrimento que está a causar a tantos portugueses?
Há uma forma simples de resolver este atraso: com os servidores do Estado afectos à Segurança Social, o ministro tem que fazer uma gestão como se faz nas empresas. Isto é, colocar objectivos de resolução de processos, fortes mais atingíveis, e indexar a remuneração destes trabalhadores a uma coisa muito simples que se chama produtividade. Estou certo que se o sector público administrativo fosse gerido numa óptica empresarial não haveria atrasos, porque se não cumprissem objectivos veriam parte do salário (a parte indexada ao cumprimento de objectivos) reduzida. E aí era ver as reformas serem pagas de um mês para o outro.
Exige-se mais respeito para com aqueles que trabalharam uma vida e que, no seu ocaso, são tratados de forma tão desprezível, exactamente quando não deveriam ter estas preocupações. É tempo deste ministro ir gozar a sua reforma, certamente dourada, quando comparada com os 600, 700 ou 800 euros que alguns pensionistas e reformados recebem. E já nem falo nas pensões mais baixas!
As eleições estão à porta, mas o PS faria um grande favor (caso venha a ganhar as eleições) se levasse para a reforma este e outros ministros que nada mais têm para dar ao país. Recordando Kennedy: “Não perguntes o que o teu país pode fazer por ti, mas sim o que tu podes fazer por ele”.
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