domingo, 26 de junho de 2011

Crédito Concedido/Crédito de Cobrança Duvidosa - Variação Mensal

Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Particulares
Loans of Other Monetary Financial Institutions to Private Individuals
CréditoConcedido           Cobrança Duvidosa
Banking Credit           Installment Credit         Uncertain Collection
HabitaçãoMAR.111145111963
MortgageABR.11114475-0,03%19740,56%
ConsumoMAR.11152281302
ConsumptionABR.11154501,46%13312,23%
Outros FinsMAR.1112010899
Another FinalityABR.11120680,48%9586,56%
TotalMAR.111417504163
TotalABR.111419630,15%42622,38%
Fonte: Boletim Estatístico do Banco de Portugal
Source: Portugal Central Bank

quarta-feira, 15 de junho de 2011

O PROMETIDO

No momento em que escrevo, ainda decorrem as negociações entre o PSD e o CDS, tendentes à formação do novo governo. Tão pouco se sabe, em quem irá recair a escolha para exercer a governação ao seu mais alto nível. Refiro-me particularmente a Ministros e Secretários de Estado.
No entanto, gostaria hoje aqui recuperar uma ideia que acompanhou Passos Coelho durante toda a campanha e com a qual estou completamente de acordo.
Passos Coelho sublinhou de forma muito clara e por múltiplas vezes, que em sua opinião deveriam ser chamados os melhores para a governação, independentemente do quadrante político em que se acantonassem. Mas disse mais: referiu que a chamada “sociedade civil” – fora da lógica e dos contornos partidários – teria, caso o PSD viesse a ser governo, um papel muito importante.
Não podia estar mais de acordo!                                                                           
Aquela ideia peregrina e estafada do clientelismo político, estaria, de acordo com o que veio referenciando, condenada desde logo. Haveria sim, lugar à promoção dos melhores, daqueles com provas dadas nos mais variados sectores da economia financeira e real.
Agora, que se prepara o Governo e os convites começam (ou já foram) feitos, é que será bom de ver se Passos Coelho conseguirá manter-se fiel ao que bastas vezes veio dizendo na campanha. Acredito que sim. Acredito que conseguirá construir um Governo sem barões nem baronetes, sem figurões nem figuretes, mas sim com gente que já demonstrou ao longo da sua vida, a sua capacidade de trabalho, sempre pautada pelo rigor, exigência e excelência. E como já nestas páginas me tenho referido múltiplas vezes, não é nos corredores do poder ou nas universidades que irá encontrar as pessoas que o nosso país neste momento necessita. O país necessita de pessoas com efectiva e comprovada carreira de sucesso empresarial. Pessoas que tenham passado várias provações, desde o ter que pagar salários atempadamente, os deveres com a segurança social e os impostos, a multiplicação da facturação, a rentabilidade das vendas, a adaptação estratégica constante às necessidades e exigências do mercado, o ganho de quota de mercado e uma multiplicidade de actividades que conduzidas de forma exemplar levaram ao sucesso. Uns mais conhecidos que outros, mas todos de sucesso.
O país dispensa bem os teóricos. Os que dizem como se faz mas que nunca fizeram nada! E apuradas bem as circunstâncias, muitas vezes o que se teoriza, não tem uma adaptação prática, pelo simples facto de que se deve partir da experiência para a teorização e não o contrário.
Acredito que a experiência que Passos Coelho tem a nível de gestão de empresas, foi determinante na maneira como encara a gestão que o país deverá ter. Salvaguardando, obviamente, as diferenças entre gerir uma empresa e um país, existem contudo alguns traços que lhe são comuns – ambos têm que ter pessoas experientes, competentes e com uma extraordinária visão estratégica, para nos grandes momentos, com o seu “golpe de asa” fazerem a verdadeira diferença entre a mediania e os que são verdadeiramente excelentes.
E aqui, Passos Coelho pode e deve, marcar a diferença para as governações anteriores, deixando um selo de inteligência e rigor.

terça-feira, 7 de junho de 2011

UK families under increasing debt pressure

The pressure that UK families are under as a result of debt is being highlighted by the Relationships Foundation as part of National Family Week.

The foundation has collated a range of data and statistics from a number of sources to reveal the extent of the problem.

Eurostat figures from 2008 show the UK has a higher percentage of families with ‘critical debt’ than anywhere else in Europe. A total 13.9 per cent, or 1.05 million families, have debt which adds up to more than their take home pay each month.

This compares to a European average of just 2.3 per cent.

Research by Aviva suggests the amount of average unsecured debt held by couples with two or more children increased by almost a fifth between January and May this year from £5,248 to £6,200.

And moneysupermarket.com figures show five million Brits permanently live in the red.

The Relationships Foundation is now concerned about the stress and strain money problems are putting on relationships.

Behind each statistic is a family under pressure. That pressure can break up families, at a cost of £42billion to the British Taxpayer every year.

If family-friendliness is to be more than a fuzzy phrase, the Government needs to come forward with a tough strategy for combating the pressures families face.

L’ENDETTEMENT DES MÉNAGES EN FRANCE


L’endettement des ménages français représente un poids croissant mais s’inscrit dans une dynamique raisonnable et une situation financière globalement saine. Au total, il est viable.
Malgré un essor de leur endettement qui a atteint un niveau historique en 2006 avec une dette qui atteint les deux tiers de leur revenu disponible, les français restent sensiblement moins endettés que leurs voisins de la zone euro, du Royaume Uni et des américains du nord. On peut même parler de sous endettement par comparaison. Néanmoins, au cours de ces dernières années, leur endettement s’est accru plus vite que leurs revenus. La forte progression récente de cet endettement ne les empêche d’ailleurs pas de dégager une capacité de financement pour l’avenir et s’accompagne d’une amélioration continue de leur situation patrimoniale. Cependant, le désendettement personnel devient actuellement une priorité pour les français tandis que, depuis fin 2006, les banquiers resserrent leurs conditions de crédits en se montrant plus exigeants en matière d’apport personnel et plus prudents sur le taux d’endettement.
L’essentiel de l’endettement des français est représenté par des crédits à l’habitat qui affichent une progression de 15% en 2006 malgré la hausse des taux d’intérêt qui se poursuit de manière ininterrompue depuis octobre 2005 et qui impacte aujourd’hui la capacité d’emprunter des candidats à l’immobilier. Elle devrait, selon toute probabilité s’interrompre car, en septembre 2007 le Banque Centrale Européenne n’a pas augmenté son taux directeur, ce qui est une bonne nouvelle pour les emprunteurs qui, par ailleurs, voient la hausse récente compensée par le crédit d’impôt décidée par le gouvernement qui en outre, par son côté solvabilisateur, facilitera le passage des dossiers limites. A l’avenir, les taux devraient se stabiliser même si l’époque du crédit pas cher est révolue.
Cet endettement est essentiellement contracté à long terme et à taux fixes, ce qui limite l’impact des variations des taux d’intérêt sur les charges des ménages et le risque de voir en France une crise des crédits »subprime » comme celle que traverse actuellement les Etats-Unis. Qui plus est, la France connaît un taux de défaut bancaire particulièrement faible en rapport avec une forte sélection du crédit et des marges très modérées, les banques françaises ayant répercuté les hausses de taux avec parcimonie.
La situation de la France se singularise en Europe notamment par l’importance relative des crédits à la consommation : à peu près quart chez nous contre un cinquième dans le reste de l’Europe.
Le crédit soutient la consommation qui est le moteur principal de la croissance en France actuellement. Mais les prêts souscrits par les familles françaises servent de plus en plus, non à financer des besoins vitaux, mais des besoins superficiels et même des fins de mois difficiles.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Crédito Concedido a Empresas não Financeiras/Crédito de Cobrança Duvidosa - Variação Homóloga

EMPRESAS NÃO FINANCEIRAS (Variação Homóloga)   
 Crédito Concedido  Cobrança Duvidosa
 MAR.10117501 4947 
 MAR.11114773-2,32% 54099,34%
Fonte: Boletim Estatístico do Banco de Portugal
Source: Portugal Central Bank