The UK Debt Statistics - October 2013
Total UK personal debt
• Outstanding personal debt stood at £1.427 trillion at the end of August 2013. This is up from £1.421 trillion at the end of August 2012.
• Outstanding secured (mortgage) lending stood at £1.268 trillion at the end of August 2013. This is up from £1.264 trillion at the end of August 2012.
• Outstanding unsecured (consumer credit) lending stood at £158.7 billion at the end of August 2013. This is up from £156.8 billion at the end of August 2012.
• Average household debt in the UK (excluding mortgages) was £6,020 in August. This is up from a revised £6,007 in July.
• Average household debt in the UK (including mortgages) was £54,141 in August. This is up from a revised £54,111 in July.
• The average amount owed per UK adult (including mortgages) was £28,630 in August. This is up from a revised £28,614 in July and was around 116% of average earnings.
• Average consumer borrowing (including credit cards, motor and retail finance deals, overdrafts and unsecured loans) per UK adult was £3,183 in August. This is up from a revised £3,177 in July.
Everyday in the UK
• 282 people are declared insolvent or bankrupt every day (based on Q2 2013 trends). This is equivalent to one person every 5 minutes 7 seconds.
• 1,317 Consumer County Court Judgements (CCJs) are issued every day (based on Q2 2013 trends). The average value of a Consumer CCJ in Q2 2013 was £2,766.
• Citizens Advice Bureaux in England and Wales dealt with 7,420 new debt problems every working day during the year ending June 2013.
• It costs an average of £29.02 per day to raise a child from birth to the age of 21.
• 84 properties are repossessed every day (based on Q2 2013 trends).
• An additional 14 people a day became unemployed for over 12 months during the year ending July 2013.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
| VARIAÇÕES HOMÓLOGAS | ||||||
| HOMOLOGOUS CHANGE | ||||||
| Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Particulares | ||||||
| Loans of Other Monetary Financial Institutions to Private Individuals | ||||||
| Milhões de Euros | ||||||
| Millions of Euros | ||||||
| Crédito | Concedido | Cobrança Duvidosa | ||||
| Banking Credit | Installment Credit | Uncertain Collection | ||||
| Habitação | AGO.12 | 111.041 | 2.186 | |||
| Mortgage | AGO.13 | 107.061 | -3,58% | 2.374 | 8,60% | |
| Consumo | AGO.12 | 13.745 | 1.567 | |||
| Consumption | AGO.13 | 12.412 | -9,70% | 1.511 | -3,57% | |
| Outros Fins | AGO.12 | 11.232 | 1.224 | |||
| Another Finality | AGO.13 | 10.536 | -6,20% | 1.352 | 10,46% | |
| Total | AGO.12 | 136.017 | 4.977 | |||
| Total | AGO.13 | 130.009 | -4,42% | 5.237 | 5,22% | |
| Fonte: Boletim Estatístico do Banco de Portugal | ||||||
| Source: Portugal Central Bank | ||||||
| VARIAÇÕES HOMÓLOGAS | ||||||
| HOMOLOGOUS CHANGE | ||||||
| Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Empresas Não Financeiras | ||||||
| Loans of Other Monetary Financial Institutions to Non-Financial Corporations | ||||||
| Milhões de Euros | ||||||
| Millions of Euros | ||||||
| Crédito Concedido | Cobrança Duvidosa | |||||
| Installment Credit | Uncertain Collection | |||||
| AGO.12 | 108.515 | 10.545 | ||||
| AGO.13 | 102.437 | -5,60% | 12.019 | 13,98% | ||
| Fonte: Boletim Estatístico do Banco de Portugal | ||||||
| Source: Portugal Central Bank | ||||||
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
CONSELHO CONSULTIVO - 18.OUT
ETV - Diário Económico
(Author Participation)
http://videos.sapo.pt/ZzNBduogulzlSktBtbYZ
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sexta-feira, 11 de outubro de 2013
CONSELHO CONSULTIVO - 11.OUT
ETV - Diário Económico
(Author Participation)
http://videos.sapo.pt/B3hoHZqULONtJcZn4vMN
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sábado, 5 de outubro de 2013
A
PORTA É ESTREITA E O CAMINHO APERTADO
Portugal
tem pela frente um caminho íngreme, árduo e muito, muito difícil de percorrer.
As
razões pelas quais aqui chegámos, são do conhecimento de todos.No
entanto, o que mais me preocupa, é que se tantos sacrifícios pelos quais
estamos a passar, valerão a pena.
Sou
dos que acredita que a nossa dívida é insustentável!
Quando
esta se situa acima dos 130% do PIB português, só com taxas de crescimento da
riqueza nacional bem acima dos 3%, seria possível gerar receitas fiscais, que
conseguissem pagar o serviço dessa mesma dívida (amortização de capital +
juros). Se olharmos para a UE e neste momento, as taxas de crescimento (para
aqueles países que não estão em recessão), são pouco mais que residuais. Desde já,
não se compagina nem se configura realisticamente aceitável, que a nossa
riqueza vá crescer nos próximos 15 anos, a taxas médias superiores a 2,5% - 3%
- o que de facto é insuficiente para pagar os financiamentos que contraímos.
Como
nestas situações nunca existiram “milagres”,
tenho para mim que a solução é só uma – renegociar a nossa dívida! Passo a
explicar.
Faço
aqui um paralelismo com o que acontece no plano da Banca, quando esta regista
clientes em incumprimento contractual, que querem pagar, mas que por diversos
motivos, não conseguem cumprir esse pagamento com o inicialmente contratualizado.
O que acontece então? O credor quer ver de volta o seu capital e o devedor quer
pagar. Encontra-se uma solução que vá ao encontro das partes – alonga-se o
prazo para que o devedor possa pagar e gerir o seu rendimento de forma mais
tranquila. O devedor vai pagar mais? É verdade. Mas honra o contrato de crédito
inicialmente celebrado.
É
exactamente aquilo que o Governo português deveria propor aos seus credores. Um
alargamento do prazo, sem qualquer “haircut”
ou perdão de juros. Iríamos pagar mais, é verdade, mas os sacrifícios a que
todos somos chamados poderiam ser menos duros, mais geríveis e os portugueses
terem uma qualidade de vida melhor. Caso não venha a acontecer, todos estes
enormes sacrifícios terão sido em vão. Portugal não terá capacidade de pagar
toda a sua dívida.
E
já nem coloco como hipótese o Tribunal Constitucional, no próximo OE, vetar a
Contribuição Extraordinária de Solidariedade, a Sobretaxa sobre o IRS e a
convergência do regime do sistema de pensões da Caixa Nacional de Aposentações
à Caixa Nacional de Pensões. Porque estas três medidas representarão cerca de
1.000 milhões de Euros e o Governo já disse que não tem plano alternativo.
Quando
se deve, o problema nunca está só do lado do devedor. O credor tem todo e o
legitimo interesse em ver de retorno o montante mutuado, portanto, não entendo
a relutância do nosso Governo em propor uma renegociação nos moldes
apresentados nesta minha reflexão. Até lá, vamos todos ficando mais pobres, mais
debilitados e sem perspectivas de futuro.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
CONSELHO CONSULTIVO - 4.OUT
ETV - Diário Económico
(Author Participation)
http://videos.sapo.pt/fd4tsmujz6tnK4GtGdg2
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