quarta-feira, 23 de outubro de 2013

The UK Debt Statistics - October 2013

Total UK personal debt
    •    Outstanding personal debt stood at £1.427 trillion at the end of August 2013. This is up from £1.421 trillion at the end of August 2012.
    •    Outstanding secured (mortgage) lending stood at £1.268 trillion at the end of August 2013. This is up from £1.264 trillion at the end of August 2012.
    •    Outstanding unsecured (consumer credit) lending stood at £158.7 billion at the end of August 2013. This is up from £156.8 billion at the end of August 2012.
    •    Average household debt in the UK (excluding mortgages) was £6,020 in August. This is up from a revised £6,007 in July.
    •    Average household debt in the UK (including mortgages) was £54,141 in August. This is up from a revised £54,111 in July.
    •    The average amount owed per UK adult (including mortgages) was £28,630 in August. This is up from a revised £28,614 in July and was around 116% of average earnings.
    •    Average consumer borrowing (including credit cards, motor and retail finance deals, overdrafts and unsecured loans) per UK adult was £3,183 in August. This is up from a revised £3,177 in July.


Everyday in the UK 
    •    282 people are declared insolvent or bankrupt every day (based on Q2 2013 trends). This is equivalent to one person every 5 minutes 7 seconds.
    •    1,317 Consumer County Court Judgements (CCJs) are issued every day (based on Q2 2013 trends). The average value of a Consumer CCJ in Q2 2013 was £2,766.
    •    Citizens Advice Bureaux in England and Wales dealt with 7,420 new debt problems every working day during the year ending June 2013.
    •    It costs an average of £29.02 per day to raise a child from birth to the age of 21.
    •    84 properties are repossessed every day (based on Q2 2013 trends).
    •    An additional 14 people a day became unemployed for over 12 months during the year ending July 2013.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

VARIAÇÕES HOMÓLOGAS
 HOMOLOGOUS CHANGE
 
Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Particulares  
Loans of Other Monetary Financial Institutions to Private Individuals  
          Milhões de Euros
    Millions of Euros
Crédito   Concedido            Cobrança Duvidosa
Banking Credit            Installment Credit          Uncertain Collection
Habitação AGO.12 111.041     2.186  
Mortgage AGO.13 107.061 -3,58%   2.374 8,60%
Consumo AGO.12 13.745     1.567  
Consumption AGO.13 12.412 -9,70%   1.511 -3,57%
Outros Fins AGO.12 11.232     1.224  
Another Finality AGO.13 10.536 -6,20%   1.352 10,46%
Total AGO.12 136.017     4.977  
Total AGO.13 130.009 -4,42%   5.237 5,22%
   
Fonte: Boletim Estatístico do Banco de Portugal    
Source: Portugal Central Bank
VARIAÇÕES HOMÓLOGAS
 HOMOLOGOUS CHANGE
Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Empresas Não Financeiras
Loans of Other Monetary Financial Institutions to Non-Financial Corporations
          Milhões de Euros
    Millions of Euros
  Crédito Concedido     Cobrança Duvidosa
                              Installment Credit            Uncertain Collection
  AGO.12 108.515   10.545  
  AGO.13 102.437 -5,60%   12.019 13,98%
Fonte: Boletim Estatístico do Banco de Portugal
Source: Portugal Central Bank

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

sábado, 5 de outubro de 2013


A PORTA É ESTREITA E O CAMINHO APERTADO
 
Portugal tem pela frente um caminho íngreme, árduo e muito, muito difícil de percorrer.
As razões pelas quais aqui chegámos, são do conhecimento de todos.No entanto, o que mais me preocupa, é que se tantos sacrifícios pelos quais estamos a passar, valerão a pena.
Sou dos que acredita que a nossa dívida é insustentável!
Quando esta se situa acima dos 130% do PIB português, só com taxas de crescimento da riqueza nacional bem acima dos 3%, seria possível gerar receitas fiscais, que conseguissem pagar o serviço dessa mesma dívida (amortização de capital + juros). Se olharmos para a UE e neste momento, as taxas de crescimento (para aqueles países que não estão em recessão), são pouco mais que residuais. Desde já, não se compagina nem se configura realisticamente aceitável, que a nossa riqueza vá crescer nos próximos 15 anos, a taxas médias superiores a 2,5% - 3% - o que de facto é insuficiente para pagar os financiamentos que contraímos.
Como nestas situações nunca existiram “milagres”, tenho para mim que a solução é só uma – renegociar a nossa dívida! Passo a explicar.
Faço aqui um paralelismo com o que acontece no plano da Banca, quando esta regista clientes em incumprimento contractual, que querem pagar, mas que por diversos motivos, não conseguem cumprir esse pagamento com o inicialmente contratualizado. O que acontece então? O credor quer ver de volta o seu capital e o devedor quer pagar. Encontra-se uma solução que vá ao encontro das partes – alonga-se o prazo para que o devedor possa pagar e gerir o seu rendimento de forma mais tranquila. O devedor vai pagar mais? É verdade. Mas honra o contrato de crédito inicialmente celebrado.
É exactamente aquilo que o Governo português deveria propor aos seus credores. Um alargamento do prazo, sem qualquer “haircut” ou perdão de juros. Iríamos pagar mais, é verdade, mas os sacrifícios a que todos somos chamados poderiam ser menos duros, mais geríveis e os portugueses terem uma qualidade de vida melhor. Caso não venha a acontecer, todos estes enormes sacrifícios terão sido em vão. Portugal não terá capacidade de pagar toda a sua dívida.
E já nem coloco como hipótese o Tribunal Constitucional, no próximo OE, vetar a Contribuição Extraordinária de Solidariedade, a Sobretaxa sobre o IRS e a convergência do regime do sistema de pensões da Caixa Nacional de Aposentações à Caixa Nacional de Pensões. Porque estas três medidas representarão cerca de 1.000 milhões de Euros e o Governo já disse que não tem plano alternativo.
Quando se deve, o problema nunca está só do lado do devedor. O credor tem todo e o legitimo interesse em ver de retorno o montante mutuado, portanto, não entendo a relutância do nosso Governo em propor uma renegociação nos moldes apresentados nesta minha reflexão. Até lá, vamos todos ficando mais pobres, mais debilitados e sem perspectivas de futuro.
 
 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013