| VARIAÇÕES HOMÓLOGAS | ||||||
| HOMOLOGOUS CHANGE | ||||||
| Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Empresas Não Financeiras | ||||||
| Loans of Other Monetary Financial Institutions to Non-Financial Corporations | ||||||
| Milhões de Euros | ||||||
| Millions of Euros | ||||||
| Crédito Concedido | Cobrança Duvidosa | |||||
| Installment Credit | Uncertain Collection | |||||
| OUT.15 | 83.314 | 13.635 | ||||
| OUT.16 | 78.101 | -6,26% | 12.880 | -5,54% | ||
| Fonte: Boletim Estatístico do Banco de Portugal | ||||||
| Source: Portugal Central Bank | ||||||
quarta-feira, 11 de janeiro de 2017
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
A
VERGONHA DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS
Finalmente!
A
decisão da demissão da Administração chegou. Chegou tarde. Muito tarde.
Desde
o início que todo este processo estava inquinado, e a Administração nunca percebeu
que não tinha condições para aceitar.
A
partir do momento que o Banco Central Europeu (BCE), mandou de volta à Escola
alguns dos seus Administradores, que se percebeu que o objectivo nunca iria
chegar a bom porto.
Tratou-se
de um vexame! Um vexame na sua conjugação mais absoluta!
Todos
temos a nossa dignidade. Ora, quando uma entidade externa (BCE) não reconhece
em alguns Administradores competências na área da gestão de risco e os manda de
volta à Escola para aprender a modelização, o que tinham a fazer (em defesa
dessa dignidade) era não aceitar e passar a bola a outros, cujas competências
fossem reconhecidas pelo regulador Europeu.
Penso,
porém, que esta lacuna não deverá ser só destes, mas sim de todas as
administrações da banca em Portugal.
Perguntem
aos Administradores da banca portuguesa se sabem o que é o Modelo CAPM ou o
APT. Para que servem. Para ficar só por aqui.
A
falta de competências erradica numa licenciatura tirada há muitos anos (para
quem a tem, porque o que não deve faltar por aí, são indivíduos com altas responsabilidades
na banca com cursos secundários), sem qualquer refrescamento pelo meio.
Sobretudo, na área da gestão do risco de crédito e na gestão de activos
financeiros, com as respectivas modelizações.
Por
tudo isto, sempre tive para mim, que a vida era curta. Aliás, como se veio a
comprovar.
A
questão da apresentação ou não das declarações de rendimentos, foi o bode
expiatório duma situação que logo à nascença se percebeu que era um nado-morto.
Não se percebeu, isso sim, porque demorou tanto tempo a conhecer-se o último
episódio da saga!
A
culpa tem de ser repartida pelo Governo e particularmente, pelo ministro das
finanças.
Então
vão convidar pessoas que não têm as competências requeridas pelo BCE? E depois,
esperam a demissão?
Acaso
não perceberam, que todo este tempo foi altamente pernicioso para uma CGD já de
si com problemas graves, e que só se agudizaram?
A
CGD tem vindo a perder valor desde o início do ano. Os clientes começam a ficar
com dúvidas (muitas) e a fidúcia está, a cada dia que passa, a esboroar-se,
pela inaptidão de quem tem a responsabilidade de criar uma situação de estabilidade
na CGD e não teve essa inteligência.
O
tempo urge!
Que
seja nomeado ainda esta semana, um novo elenco, mas que tenham o cuidado de
perceber, se convidam quem tem competências requeridas, não pelo regulador Europeu,
mas pelo negócio que a CGD necessita fazer, óbviamente correndo riscos, mas
devidamente calculados e acautelados, é para isso que os modelos servem.
Passar
muitos anos na banca, não é sinónimo de competência!
Competência
é fazer, saber fazer e bem.
Óbviamente
que se tem que saber do negócio, mas importante também é saber “gerir” o mesmo, e ter as ferramentas
adequadas e essas aprendem-se na Escola e não nos muitos anos de “tarimba cabouqueira” que parece por aí
haver muita!
terça-feira, 22 de novembro de 2016
| VARIAÇÕES HOMÓLOGAS | ||||||
| HOMOLOGOUS CHANGE | ||||||
| Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Particulares | ||||||
| Loans of Other Monetary Financial Institutions to Private Individuals | ||||||
| Milhões de Euros | ||||||
| Millions of Euros | ||||||
| Crédito | Concedido | Cobrança Duvidosa | ||||
| Banking Credit | Installment Credit | Uncertain Collection | ||||
| Habitação | SET.15 | 99.571 | 2.557 | |||
| Mortgage | SET.16 | 95.792 | -3,80% | 2.606 | 1,92% | |
| Consumo | SET.15 | 11.946 | 1.262 | |||
| Consumption | SET.16 | 12.986 | 8,71% | 968 | -23,30% | |
| Outros Fins | SET.15 | 9.649 | 1.539 | |||
| Another Finality | SET.16 | 9.172 | -4,94% | 1.438 | -6,56% | |
| Total | SET.15 | 121.166 | 5.358 | |||
| Total | SET.16 | 117.950 | -2,65% | 5.012 | -6,46% | |
| Fonte: Boletim Estatístico do Banco de Portugal | ||||||
| Source: Portugal Central Bank | ||||||
| VARIAÇÕES HOMÓLOGAS | ||||||
| HOMOLOGOUS CHANGE | ||||||
| Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Empresas Não Financeiras | ||||||
| Loans of Other Monetary Financial Institutions to Non-Financial Corporations | ||||||
| Milhões de Euros | ||||||
| Millions of Euros | ||||||
| Crédito Concedido | Cobrança Duvidosa | |||||
| Installment Credit | Uncertain Collection | |||||
| SET.15 | 83.720 | 13.611 | ||||
| SET.16 | 78.478 | -6,26% | 12.772 | -6,16% | ||
| Fonte: Boletim Estatístico do Banco de Portugal | ||||||
| Source: Portugal Central Bank | ||||||
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS
– a parte de que ninguém fala!
Nos
últimos dias, muito se tem falado sobre a CGD – Caixa Geral de Depósitos.
Primeiro,
foi a condição deplorável a que chegaram todos os seus rácios e resultados, ou
pelo menos aqueles mais importantes, para uma avaliação técnica consequente – “stackholders”, “shareholder” e Regulador (BCE).
Depois,
foi o impasse na nomeação da nova Administração, ficando o Banco do Estado
quase 6 meses à deriva.
Agora,
é a questão dos salários dos seus Administradores, particularmente para o seu
presidente, e a recusa deste em apresentar a declaração de rendimentos no
Tribunal Constitucional, conforme o preceituado para todos os titulares de cargos
públicos relevantes.
Não
me vou aqui deter e opinar, sobre o que anteriormente referi, sendo que haveria
muito para contar – tal como a Nau Catrineta.
Não!
Vou,
outro sim, focar-me numa outra dimensão de que ninguém fala.
Todos
sabemos que não se nasce Director nem Administrador de nada!
É
a experiência ganhada ao longo do tempo, a maturidade para tomar as melhores
decisões, a inteligência e a argúcia com que se entende o negócio, que poderá
fazer a diferença entre indivíduos e fazer com que uns avancem e outros fiquem
irremediavelmente para trás.
Directores
e Administradores não se fabricam – é o tempo, a capacidade de evolução de cada
um, que os distingue e os pode levar a cargos de elevada ou máxima responsabilidade.
Falo, com a mais superlativa legitimidade,
do alto da minha experiência bancária de 30 anos, 20 dos quais passados na Alta
Direcção do banco mais sólido da Zona Euro.
Assisti,
à regeneração dos vários presidentes da Comissão Executiva do banco onde
trabalhei, sempre por recurso a directores internos. Sempre assim foi e
continua a ser.
Ora,
aqui entronca a parte de que ninguém fala sobre a CGD.
Será
possível que ao longo do tempo, a Caixa não tenha nos seus quadros directivos,
pessoas suficientemente qualificadas e experientes, para serem promovidos á
Administração e Comissão Executiva do Banco?
Se
sim, não se entende porque razão o accionista Estado, foi convidar “estranhos” para esse papel.
Se
não, então a Caixa está muito pior do que aquilo que todos nós pensamos.
Qualquer
Instituição ou Empresa, ter-se-á sempre que regenerar a partir de dentro. Naqueles
que conhecem a empresa.
Ir
ao mercado e contratar outros, apresenta sempre muito mais desvantagens do que
convenientes.
Os
actuais Administradores da Caixa, não nasceram Administradores. Entraram
possivelmente para o nível 3 ou 4, e a partir daí foram ganhando posições, até
chegar ao topo.
O
mesmo acontece com todos!
Parece
mesmo, que tal só não acontece, com os colaboradores da Caixa. Cujo “principio de Peter”, aparentemente, não
os deixa ir mais além do que cargos de Direcção.
Confrangedor
para o accionista Estado, que se demitiu da promoção de competências, por forma
não só a garantir sucessões tranquilas, mas até a poder formar quadros – Escola
CGD -, que poderiam ser “exportados”
para outras Instituições, fazendo o percurso inverso deste que agora
assistimos.
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
| VARIAÇÕES HOMÓLOGAS | ||||||
| HOMOLOGOUS CHANGE | ||||||
| Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Particulares | ||||||
| Loans of Other Monetary Financial Institutions to Private Individuals | ||||||
| Milhões de Euros | ||||||
| Millions of Euros | ||||||
| Crédito | Concedido | Cobrança Duvidosa | ||||
| Banking Credit | Installment Credit | Uncertain Collection | ||||
| Habitação | AGO.15 | 99.517 | 2.554 | |||
| Mortgage | AGO.16 | 95.999 | -3,54% | 2.608 | 2,11% | |
| Consumo | AGO.15 | 11.946 | 1.271 | |||
| Consumption | AGO.16 | 12.877 | 7,79% | 955 | -24,86% | |
| Outros Fins | AGO.15 | 9.682 | 1.536 | |||
| Another Finality | AGO.16 | 9.266 | -4,30% | 1.507 | -1,89% | |
| Total | AGO.15 | 121.145 | 5.362 | |||
| Total | AGO.16 | 118.142 | -2,48% | 5.071 | -5,43% | |
| Fonte: Boletim Estatístico do Banco de Portugal | ||||||
| Source: Portugal Central Bank | ||||||
| VARIAÇÕES HOMÓLOGAS | ||||||
| HOMOLOGOUS CHANGE | ||||||
| Empréstimos de Outras Instituições Financeiras Monetárias a Empresas Não Financeiras | ||||||
| Loans of Other Monetary Financial Institutions to Non-Financial Corporations | ||||||
| Milhões de Euros | ||||||
| Millions of Euros | ||||||
| Crédito Concedido | Cobrança Duvidosa | |||||
| Installment Credit | Uncertain Collection | |||||
| AGO.15 | 84.280 | 13.736 | ||||
| AGO.16 | 78.640 | -6,69% | 12.960 | -5,65% | ||
| Fonte: Boletim Estatístico do Banco de Portugal | ||||||
| Source: Portugal Central Bank | ||||||
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